Primeiro Encontro JUMP da Paraíba é marcado pelo Poder de Deus

Sob a liderança dos pastores Claudio e Dalva, cerca de 100 jovens estiveram reunidos por três dias num retiro para fortalecer a Rede de Jovens do estado.

Relacionamento - a chave para o discipulado eficaz

A palavra-chave no relacionamento é discipulado. Discipulado é traduzido em relacionamento, é dar para receber.

Thalles Roberto: "Tenho um compromisso de morte para este mundo e vida para Deus"

Confira entrevista com Thalles Roberto quando ele esteve ministrando no Congresso de Resgate da Nação, em Porto seguro

Assista testemunho de conversão da prefeita Micarla de Souza

Depois da perseguição ao trazer o DT14 para Natal, a prefeita passa por um AVC e em julho é internada em São Paulo com baixa frequência cardíaca.

Sem tempo para Deus? - Cartas a um Jovem Cristão

Segunda carta para você, jovem cristão. O tema dessa vez é tempo para Deus. Será que você tem dado prioridade aquilo que é prioridade na vida de um cristão?

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Experiência com o Espírito Santo faz cristã presa no Oriente Médio dançar numa cela solitária

“A oração realiza grandes coisas. Algumas vezes, quando oramos, não enxergamos o resultado de nossa oração. Outras vezes, você vai ouvir que a reunião de oração da qual participou foi diretamente usada pelo Senhor, e que um dos nossos irmãos foi abençoado no exato momento em que você intercedeu por ele”, afirma Michael, um dos colaboradores do Oriente Médio.

Ele continua: “Nadia, por exemplo, passou alguns meses na prisão apenas por ser cristã. Um de nossos colaboradores se encontrou com ela e Nadia contou sua história. Em uma ocasião, ela disse para os oficiais da prisão que não daria nenhuma informação sobre as pessoas que ela conhecia ou sobre seu marido; apenas falaria sobre si mesma. Isso fez com que ela ficasse em uma solitária por 4 dias. Essa cela mede 2m x 3m. “Fazia muito frio lá”, ela conta. “E não havia banheiro, nem nada disso. Em certo momento, estava com muito frio e a experiência foi muito difícil. De repente, senti uma brisa quente soprando em meu rosto; tão quente que quando respirei fundo e o ar entrou em meus pulmões, comecei a tossir”.


Ela não tinha ideia de onde aquele calor vinha e, ao mesmo tempo, estava muito feliz. Essa sensação de alegria a invadiu de tal forma que Nadia começou a dançar na cela. Ela estava confusa. Ela se perguntava como conseguia sentir calor em um lugar frio como aquele? “Então, eu ouvi uma voz”, ela enfatiza que não era uma voz interna, e sim audível, “como se alguém dentro da cela estivesse dizendo: ‘Isso é porque pessoas estão orando por você. Esse é o espírito de alegria que está sobre você’”.

Tempos depois, quando foi solta, Nadia compartilhou sua experiência na cela da prisão com a sua irmã. Quando ela contou quando o fato havia ocorrido, sua irmã disse que era a hora e o dia exatos em que 32 cristãos se encontraram para orar por ela. Dois cristãos foram para outro lugar para representar Nadia e outro cristão que estava preso, enquanto os outros 30 irmãos se reuniram para pedir a Deus que os confortasse e enviasse seu espírito de alegria sobre eles.

Michael encerra o relato dizendo: “O testemunho foi de grande encorajamento para esse grupo de oração, e para todos os outros que dobram os seus joelhos para orar por cristãos em situação semelhante”.


Fonte: Portas Abertas

domingo, 4 de setembro de 2011

Depois de parada cardíaca de 8 minutos, Bianca Toledo volta a vida

"Eu nasci em Brasília, e desde pequena, a minha família se reunia para me ouvir cantar. Muito tímida, me negava a participar de apresentações públicas na escola, mas estudava piano, violão e já escrevia canções para os amigos e para Jesus, que havia conhecido na igreja católica, no movimento carismático.

Aos 16 anos mudei-me para Araçatuba, interior de São Paulo, onde tive um encontro marcante e transformador com Deus, na comunidade evangélica e decidi dedicar minha vida totalmente a Ele. Mergulhei na Palavra de Deus e dediquei-me a busca do Espírito Santo com todas as minhas forças, pois finalmente havia encontrado meu lugar.

Com 18 anos fui para São Paulo para estudar psicologia, mas acabei transferindo meu curso para faculdade de música já que meu ministério com louvor e adoração era cada dia mais presente. Comecei a participar de gravações e minhas canções começaram a ser gravadas. Na igreja, alem do ministério de louvor, dedicava-me à visão celular, apaixonada pela missão de ganhar vidas e formar líderes transformados pelo poder de Deus.

Com 21 anos fui desafiada a participar do programa “Raul Gil”, descobrindo que minha missão ultrapassava as paredes da igreja e que minha música seria ouvida por todos, alcançando também o público secular. Nunca havia cantado fora da igreja, eu escolhia canções que pudesse cantar para Deus e minhas interpretações eram intensas exatamente por esse motivo. Permaneci no programa por um ano, vencendo o concurso “Usina de Talentos” e gravando um CD.

Em 2007 participei do encerramento do programa “Criança Esperança”, na rede Globo, e no final de 2008 gravei meu primeiro álbum solo: “O Amor Prevalecerá”. O diferencial deste disco está na brasilidade do som e na maneira natural com que a poesia de minhas canções expressar minha espiritualidade, cativando e atraindo pessoas de diversas religiões, promovendo um encontro suave com Deus através de cada faixa.


Dia 11 de outubro José Vittorio nasceu, mas eu precisei ser entubada no parto e não pude conhecer meu filho. Meu organismo entrou em choque e fui submetida imediatamente a uma cirurgia que confirmou: meu intestino havia se rompido e eu tinha uma sepcemia. Todo meu organismo havia sido infectado e a minha vida ficou por um fio.

José Vittorio foi para UTI Neonatal, e 10 dias depois para casa. Eu permaneci 52 dias em coma lutando diariamente pela vida, desenganada pelos olhos naturais, visto que já havia passado por 10 cirurgias, feito mais de 300 transfusões de sangue, tido duas paradas cardíacas – uma de mais de 8 minutos – e contraído inúmeras bactérias hospitalares, inclusive a pior delas, chamada KPC. Inúmeros antibióticos fortíssimos foram ministrados, me deixando desfigurada e com um quadro de edema generalizado.



Os sistemas cardiovascular, respiratório e renal estavam falidos. A única esperança era um verdadeiro milagre. Os boletins médicos eram divulgados na internet diariamente e igrejas do Brasil todo e de fora do Brasil, se uniram em um clamor incessante pela minha vida. Havia um relógio de oração de 24 horas preenchido por muitas pessoas que não me conheciam, mas foram levantadas a orar por mim.

Muitos pastores e ministros de louvor me visitavam no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) e ministravam minha vida, crendo no poder da ressurreição.
Minha pastora, Fernanda Brum, levantou um clamor pela minha vida em todos os lugares por onde passava com seu ministério, Profetizando às Nações. Ela, definitivamente, não abriu mão de minha vida. Enquanto as pessoas oravam por mim, vidas eram transformadas e milagres aconteciam por todo o Brasil.

No início de dezembro, sai do coma, mas minha respiração era mecânica e não havia mais movimentos em meu corpo. A luta pela vida continuava, mas agora estava consciente e, por esse motivo, a angústia de minha família era maior.

Eu acordei e aos poucos comecei a entender o que havia acontecido. Sabia que agora estava só, meu bebê não estava mais comigo. Estava presa em um leito, sem poder falar, sem me mexer, com muitas lembranças dos dias de coma, com febres terríveis, longe de todos e com poucas horas de visita familiar por dia. Na maior parte do tempo, observando o movimento do CTI, eu tentava entender o que havia acontecido comigo, sem imaginar como um dia minha vida voltaria ao normal, já que nem respirar sozinha eu podia.

Todos que iam me visitar se impressionavam a me ver daquela forma e muitos não continham as lágrimas. Minha aparência e meu diagnóstico eram um desafio de fé para os mais fervorosos irmãos de oração.

Passei o natal e o ano novo no leito, sem falar, sem me mexer, pensando que havia uma vida lá fora, meu filho estava em algum lugar e eu estava ali, a espera de um milagre. Eu pedia ao Espírito Santo que ficasse comigo, e foi Ele que me sustentou em todos os momentos, zelando cuidadosamente por mim.

A pastora Fernanda havia deixado um MP4 que tocava louvores e ministrações da Palavra 24 horas ao dia. E eu era alimentada por isso.


Havia uma guerra pela minha vida, isso é um fato. Mas Deus não desistiu de mim. O clamor não cessava e, no fim do ano, o desejo do coração de muitos era me ver curada e de volta a vida, com a oportunidade de conhecer meu filho e poder criá-lo.


No dia 31 de dezembro fui transferida novamente de hospital. Quando suspenderam todos os medicamentos, meu organismo surpreendentemente reagiu. Dia a dia comecei a apresentar melhoras e ouvir os testemunhos de oração que chegavam até mim. Comecei a acompanhar o movimento pela internet, mas ainda não falava e nem tinha perspectiva de voltar a andar ou mesmo ficar em pé.

Fazia seis horas de hemodiálise por dia. Perdi meu cabelo e começava a ficar, aos poucos, livre do respirador. Haviam grandes feridas abertas no meu abdome, sem perspectiva de fechar e todos os dias eram buscados métodos de drenagem e cicatrização. Fui para um CTI semi-intensivo e minha família pode passar mais tempo comigo, o que me ajudou muito, muito mesmo.

Eu me comunicava através de um quadro com letras, onde apontava e formava frases, que na maioria das vezes diziam: Tenho fome, tenho sede. Estava há meses sem um gole de água e sonhava com o dia em que voltaria a ingerir alguma coisa. Vivemos milagres diários. Vencemos as bactérias, o respirador, e meu rim voltou a funcionar na última semana, me fazendo vencer também a hemodiálise.

Recebi alta no dia 18 de fevereiro conseguindo ficar em pé e dando poucos passos apoiada, mas com a maior expectativa de finalmente ver meu filho, que já tinha quase cinco meses. Quando cheguei em casa, olhei para ele e ele sorriu pra mim. Talvez um dia eu consiga explicar o que senti naquele momento. Eu ainda não podia tocá-lo, e permaneci assim por mais 40 dias. Não podia ser tocada por ninguém, por causa da colonização das bactérias.

Minha reabilitação foi intensa, porque ainda não caminhava e era totalmente dependente. Minha voz era muito baixa e rouca, por tantos meses sem falar.Tive que vencer inúmeros conflitos diários. Reaprendi a vida nos mínimos detalhes. A perda dos cabelos, a perda da voz, as inúmeras marcas no meu corpo, a construção do vínculo com meu filho. Teremos muitas oportunidades de falar sobre tudo isso, porque são experiências muito preciosas que tive e tenho tido com Deus. Eu vou registrar tudo isso em um livro que espero ficar pronto ainda este ano.

Mas hoje eu posso dizer que haverá dias sem respostas, noites longas também, mas o regente de todas as coisas compõe uma nova canção no silêncio. Devo muito ao clamor da igreja, às campanhas de doação de sangue, à união do povo de Deus. Sou a prova viva de que Deus ouve a oração do seu povo e tem poder pra ressuscitar os mortos, Ele é poderoso para dar, tirar e voltar a dar. Ele simplesmente É.

Em cinco meses de reabilitação estou independente, voltando à vida normal. Que certamente nunca mais será a mesma. Preparando minha voz com uma fonoaudióloga e ainda seguindo com a fisioterapia.

Existe um caminho ainda para a recuperação total, mas é um caminho glorioso e cheio de milagres. Por onde passo as pessoas são tocadas por esta historia terrivelmente transformadora.


Preciso dizer ao mundo que Deus existe, envergonha a incredulidade, surpreende a ciência e eu sou a prova viva do Seu poder".

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Assista testemunho de conversão da prefeita Micarla de Souza

Na última sexta-feira (5), em congresso na Igreja Batista da Lagoinha, a prefeita de Natal, Micarla de Souza compartilha de seu testemunho de conversão a Cristo. 

Depois de muita perseguição ao trazer o Ministério Diante do Trono para gravar o seu 14º DVD em Natal, a prefeita passa por um Acidente Vascular Cerebral em dezembro e, 15 dias antes do evento, em julho, é internada em São Paulo com baixa frequência cardíaca.

Assista o testemunho e saiba como tudo aconteceu:


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Apóstola Ana Mara comemora 40 anos de vida - leia testemunho



Nessa sexta-feira a nossa apóstola Ana Mara Bidart Fernandes está completando 40 anos e, junto ao culto de ação de graças com ministração de Helena Tannure, haverá um jantar logo depois para comemorar os anos de vitórias.

Na última terça-feira pela manhã, a apóstola recebeu o blog da Rede de Jovens no seu gabinete para contar um pouco desses 40 anos de vida, junto com o apóstolo Jonas e o Ministério Internacional Belém. Confira:

Filha do meio de um casal missionário, Ana Mara Bidart Fernandes não poderia ter nascido num melhor lugar: na cidade de Araguaína/GO em 1 de julho de 1971, no meio do campo missionário. Seus pais estavam fazendo um trabalho nas cidades vizinhas, Carolina e Estreito, no estado do Maranhão.

“Naquela época essas cidades não tinham maternidade e meu pai teve que alugar um teço-teco para eu nascer em Araguaína, que hoje é estado de Tocantins”, conta a apóstola.

Até os 15 anos de idade, a pequena Ana Mara viajou pelo Brasil, vendo o ministério de seus pais Jones e Ana Lúcia Bidart se desenvolver. “Meus pais foram um instrumento fundamental para me conduzir nesse mundo, à luz do evangelho, com valores da Palavra de Deus. Então minha base foi muito sólida”, afirma a apóstola.

Em 1974, Jones Bidart veio a Natal para cuidar da Segunda Igreja Batista da cidade, era sua primeira experiência como pastor e a primeira vez que Ana Mara, com 3 anos de idade, pisava em terra potiguar. Depois de quatro anos de trabalho nessa igreja, o pastor Jones foi convidado para cuidar de outra igreja batista, só que em Manaus, no estado do Amazonas. Era o ano de 1978.

Em Manaus, a jovem Ana Mara morou 5 anos vendo seus pais, além do trabalho na igreja, fazer muitos projetos missionários em várias regiões da capital e do interior. 

Em 1983 a família Bidart desembarcou em Belém do Pará para cuidar da Igreja Batista da Pedreira, onde ficou até junho de 86, quando voltaram pra Natal para se fixar como pastores na mesma igreja de anos antes. Naqueles dias a apóstola estava completando 15 anos.

Em dezembro do mesmo ano, Ana Mara conhece o homem de Deus para sua vida: Jonas Fernandes Júnior. “Naquela época, meu pai dava assistência a igreja Batista de Parnamirim, em que a família de Júnior era membro”, lembra a apóstola.

Em 87 a igreja do pastor Jones faz um retiro de carnaval junto com a igreja de Parnamirim, foram os momentos que culminaram no pedido de namoro feito por Jonas ao pai de Ana Mara, em março. “O que mais me chamou atenção em Jonas foi o homem de Deus que ele é, sempre disposto em obedecer a Deus”.

No ano seguinte, Jonas já estava cursando o primeiro ano da faculdade de economia quando Ana Mara, participando de um encontro regional de igrejas batistas, recebeu uma palavra de Deus através do pastor Davi Gomes a chamando para o trabalho pastoral.

“Eu me lembro que chorei muito e cheguei pra Júnior depois disposta a renunciar tudo para obedecer a Deus. Para minha surpresa, aquilo foi uma confirmação para o chamado pastoral dele”.
 
O casal noivou em dezembro de 88 e no ano seguinte Jonas entrou para o Seminário Batista do Norte do Brasil, em Recife, onde fixou morada naquele ano e vinha todo final de semana para Parnamirim. “Naquele ano inteiro, nós só nos víamos nas segundas-feiras quando ele passava lá em casa, já de saída para Recife”, recorda.

Em 30 de dezembro de 1989, Ana Mara e Jonas se casam e ela se junta a ele no seminário em Recife, até janeiro de 1993, quando o casal volta definitivamente para Parnamirim e Jonas é consagrado pastor. “Nessa época eu já tinha meu filho Estêvão e Lucas nasceu logo quando chegamos, em fevereiro”, conta a apóstola.

Depois que o caçula Daniel nasceu, em 97, o casal conheceu o pastor Edson Barbosa, que se tornou referencial e dois anos depois apresentou a Visão Celular, o novo modelo de igreja que estava se espalhando pelo Brasil.

“Eu lembro que quando o apóstolo foi para o Encontro com Deus, lá em Pato Branco/SC, ele me ligou dizendo: tudo vai mudar. Aquilo me trouxe um espírito de medo muito grande”, recorda.

Ela foi para o Encontro logo depois e também foi impactada pelas ministrações. “Eu chorava muito naquele encontro e prometi a mim mesma que ninguém mais passaria por mim sem ter o direito de ouvir a mensagem de salvação”, conta.

Nesse mesmo Encontro, Ana Mara destaca uma palavra de Deus sobre um grande mover num rio pequeno dentro de um rio grande e que alcançaria todo o Brasil. O rio pequeno se referia a Parnamirim, que significa exatamente isso em tupi-guarani e o rio grande representava o estado.

“Depois disso vivemos um tempo de muitas conquistas dentro do nosso ministério. Acho que Deus estava nos preparando para os anos de perseguição que vieram logo depois. Eu e o apóstolo nunca tivemos dificuldade de pagar preço por Jesus”, ressalta Ana Mara, que foi ungida apóstola em novembro de 2008, em Brasília.

“Agradeço a Deus pela presença do apóstolo Renê Terra Nova em nossa vida, pelo seu manto. Ele com certeza é o direcionamento do tempo novo de Deus que estamos vivendo”, afirma.

Para a apóstola Ana Mara, esses 40 anos representam o fechar de um ciclo e o início de outro. “Foram anos de muitas lutas sim, mas muitas vitórias. Eu creio que Deus me forjou até aqui. Tenho plena certeza que passei esses anos todos sendo gerada para cumprir o propósito de Deus a partir de agora”, ressalta a apóstola.

Ela ainda destaca que aprendeu nesses anos que não sabe escrever sua própria história, pois quer viver o que Deus tem preparado para ela. “Como aprendi numa ministração do pastor Myles Monroe, quero morrer vazia de todos os projetos que Deus pra fazer através de mim”, afirma.

Projetos
Ainda este ano, a apóstola vai lançar seu primeiro livro: Cristianismo Autêntico. Nesse livro, ela ministrará o coração das igrejas da atualidade sobre o resgate do que Jesus ensinou, em sua essência, ao contrário do cristianismo por conveniência de que, segundo ela, muitos vivem.

Outro projeto da apóstola, que está em fase de concepção, é a Associação Veredas Antigas, um projeto social ligado ao Ministério Internacional Belém que visa atender os que precisam, através de uma casa de acolhimento, cuidando de mães e filhos de Parnamirim.

A apóstola também sonha com um projeto de ensino baseado na linha do tempo, desde o nascimento de uma pessoa até o seu envelhecimento e morte, baseado na Palavra de Deus.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Follow - o evangelho de Jesus segundo o twitter



Com o objetivo de equipar igrejas através de diferentes tipos de midia, Rob Thomas fundou um ministério em 2001 ao reconhecer seu potencial para criação de curtas que pudessem impactar e auxiliar o ensino dos pastores.

Os vídeos se tornaram sucesso devido ao crescimento da internet e das redes sociais, como o vídeo That’s my King (Esse é meu Rei). O mais recente vídeo do ministério é “Follow” (Siga) que aborda a história de Cristo através da rede social Twitter. 

No vídeo é retratado, de uma maneira criativa, o ministério de Cristo até sua crucificação e ressurreição através da comunicação em 140 caracteres do Twitter.

Assista abaixo a versão em português de “Follow”:
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Encontro de Rede de Milhares impactou os jovens do RN e PB

O Encontro da Rede de Milhares que aconteceu no último final de semana em Parnamirim gerou um desatar na juventude do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Com o propósito de gerar um crescimento maduro e predeterminado para as Redes de Jovens representadas, o encontro foi organizado pelos líderes da Aliança Jovem Internacional no RN, os pastores Claudio e Dalva. O pastor Rosivaldo, da equipe do Apóstolo Maurício esteve também ministrando nos dias do encontro.

As igrejas de Parnamirim, Natal, João Pessoa, Porto do Mangue e Brejinho estavam representadas pelos seus líderes de jovens. Confira alguns comentários sobre o encontro.

"O encontro tem sido algo tremendo na nossa vida, onde tem renovado a nossa fé para a conquista de novos territórios, transformando assim milhares de vidas para o nosso Deus"
Ap. Walber (MIR-RHEMA, Natal/RN)


"O encontro tem sido uma chuva de bençãos. Algo novo para os nossos discípulos"
Pra. Francisca (Brejinho/RN)

"Foi benção de Deus, tanto para minha vida como para os discípulos"
Pr. Genilson (Porto do Mangue/RN)

Liderança Jovem da igreja de João Pessoa/PB
"O Encontro de Milhares fez eu me apaixonar ainda mais pela minha nação e pelos jovens que estão perdidos"
Thiago Dias (João Pessoa/PB) 

"Foi um despertar de Deus para o meu chamado"
Niltinho (João Pessoa/PB)

"Foi um renovo de Deus em minha vida, onde eu conquistei uma nação forte"
Larissa (João Pessoa/PB)

"Rede de Milhares trouxe uma unção nova para minha vida que mudará a juventude da Paraíba. Eu creio!"
Riek Barros (João Pessoa/PB) 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Nick Vujicic: não preciso de braços e pernas



“Como seres humanos, não devemos colocar limites por razão alguma, de forma nenhuma! O que é pior é colocar limites à Deus.”






Meu nome é Nick Vujicic, gloria a Deus. Ele usou meu testemunho para tocar milhares de corações ao redor do mundo! Nasci sem os membros superiores e inferiores e os médicos não tinham nenhuma explicação científica para este nascimento "o defeituoso". Como você pode imaginar, enfrentei muitos desafios e obstáculos.

Meus pais eram católicos e meu pai, inclusive pastor de nossa igreja, souberam, na manhã de 4 de Dezembro de 1.982 em Melbourne (Austrália), que seu filho primogênito tinha nascido sem os membros. Eles não foram preparados antecipadamente.

Os médicos se assustaram e não tinham respostas. Não existe ainda nenhuma razão lógica para que isso tinha acontecido e Nick tem um irmão e uma irmã que simplesmente nasceram como qualquer outro bebê.

Meus pais estavam tristes. Todos perguntamos, "se Deus é um Deus de amor, então porque Deus permitiria que algo de ruim nos acontecesse. Meu pai pensou que eu não sobreviveria por muito tempo, porém as provas demonstraram que eu era um rapaz saudável, só com uns membros perdidos.

Meus pais estavam muito preocupados e medos evidentes de qual tipo de vida eu seria capaz de levar. Deus lhes deu a força, sabedoria e valor através desses primeiros anos e logo em seguida eu estava na idade de ir pra escola. A lei na Austrália não me permitiu ser integrado na escola comum devido a minha deficiência física. Deus fez milagres e deu força à minha mãe para lutar para que a lei fosse modificada. Eu era um dos primeiros estudantes deficientes físicos a ser integrado em uma escola comum.

Adorei a escola e simplesmente tentei viver a vida como as outras pessoas, porém estava nos primeiros anos escolares, onde me deparei com momentos difíceis ao sentir-me excluído, estranho e intimidado devido à minha diferença. Era difícil acostumar-me ao meu corpo, porém com o apoio de meus pais, comecei a desenvolver as atitudes e valores que me ajudaram a superar esses tempos de desafios. Eu soube que era diferente, porém dentro de mim eu era igual aos outros.

Muitas vezes me sentia tão pra baixo que não queria ir à escola, só para não ter que enfrentar toda aquela atenção negativa, meus pais me aconselharam a ignora-la. Logo os colegas de classe compreenderam que eu simplesmente era um deles!

Houve momentos que me sentia deprimido e furioso por não poder mudar a maneira que eu era. Sentia-me como um fardo para aqueles que estavam ao meu redor. Eu quis acabar com a minha dor e morrer jovem, porém meus pais e minha família sempre estavam alí para me amparar e dar força.

Entreguei minha vida completamente à Jesus aos 15 anos, depois de ler John 9. Acreditei de verdade que Deus me curaria para que eu pudesse ser um grande testemunho do Seu Poder.

Eu desejo estender a mão à juventude e me disponibilizo à Deus, faço qualquer coisa que Ele quiser, e onde quer que ele me leve, eu sigo. Tenho muitos sonhos e objetivos que estabeleci para alcançar na minha vida. Quero me transformar no melhor testemunho do Amor de Deus e posso esperar, para torna-me um inspirado porta-voz internacional. Eu quero ser independente financeiramente, trabalhando com bens imóveis, modificar um carro para dirigir, ser entrevistado e compartilhar minha história na "Oprah Winfrey Mustra"! Escrever vários livros de sucesso tem sido um dos meus sonhos e espero terminar de escrever o primeiro até o final do ano. Se chamará: "Nenhum braço, nenhuma perna, nenhum cuidado!"

Eu acredito que se você tem o desejo de fazer alguma coisa, e se é o testamento de Deus, conseguirá realizar. Como seres humanos, não devemos colocar limites por razão alguma, de forma nenhuma! O que é pior é colocar limites à Deus. Estarmos disponíveis e contarmos com nossas capacidades e...com que capacidades podemos contar? Deus!


Fonte: TOPGOSPEL

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sarah Sheeva é ungida pastora no Rio de Janeiro

Jefferson Lira
Ministrando os seminários de Santidade Nível I e II no mês passado no Ministério Internacional Belém, a missionária Sarah Sheeva impactou a juventude de Parnamirim com seu testemunho de vida e com as palestras que se seguiram por duas semanas. 

Neste domingo (23), no Rio de Janeiro, a missionária foi surpreendida pelos seus pastores, José Antonio e Ludmila Ferber ao realizar, pela primeira vez, o seu seminário de Santidade na igreja onde é discípula. Impactando todos que estavam na Igreja Celular Internacional em Copacabana, Sarah Sheeva foi ungida pastora aspirante ao final do seminário.
Em seu twitter, a mais nova pastora aspirante expressou um pouco da emoção que sentiu no momento da unção pastoral. “Todos que me acompanham nesses anos de ministério sabem que a última coisa que eu queria ser era ‘Pastora’, mas meu pastor disse: ajoelha”, comenta Sarah, que ainda afirmou estar “digerindo” o que lhe aconteceu, mas que está na obediência a Deus, por que Ele a capacitará. “Estavam lá meu pai, minha avó, minha tia (e filha na fé tb). Foi lindo demais, chorei rios. Só Deus mesmo”, afirma em sua página pessoal.

Primeira de sua família a se converter ao Evangelho de Cristo, em outubro de 1997 no Rio de Janeiro, quando sozinha em seu quarto, teve uma experiência sobrenatural com Cristo, a pastora Sarah Sheeva passou a interceder por sua mãe, Baby do Brasil, e por toda a sua família. Dois anos depois, sua mãe teve uma experiência de conversão que impactou o Brasil. Confira a entrevista exclusiva (na íntegra) da pastora Sarah logo depois de ministrar os seminários no MIB.

Porque você deixou a carreira de cantora?

Eu deixei a banda do SNZ em 2003 porque eu já não estava feliz naquele trabalho. Desde 2002 eu estava tentando sair porque eu não estava satisfeita, não tinha mais a ver com o meu ideal de vida, não era mais aquilo que fazia meu coração bater e motivar pra trabalhar. Meus sonhos mudaram, meus ideais mudaram e de repente, eu já não queria mais cantar para o entretenimento das pessoas, mas eu queria poder cantar música que trouxesse algum benefício espiritual. Então, quando o SNZ encerrou o seu contrato com a gravadora na época, eu aproveitei e minhas irmãs também aceitaram que eu saísse. Elas continuaram por mais ou menos seis anos depois que eu saí.

E nesses seis anos que as duas continuaram a banda, você nunca cogitou a possibilidade de voltar para a banda?

Não, nem pensar. Todas as vezes eu só sentia alívio porque antes, os meus contratos não permitiam que eu pudesse fazer o trabalho que eu queria, que era cantar as músicas que eu queria e falar livremente das coisas espirituais que eu estava vivendo. Então eu só sentia alívio, apesar deu ter boas lembranças do trabalho, principalmente das minhas irmãs, que eu tinha muita saudade. Mas não tive vontade nenhuma de voltar.



E o que aconteceu pra você ver as coisas da forma que você vê hoje?

Durante os cinco anos que eu fiz parte da banda, eu fui amadurecendo muito espiritualmente, fui começando a ver as coisas de forma diferente na área da música. Comecei a vê-la de uma forma espiritual, como algo que faz parte de uma missão e então passei a encarar de outra forma. Dessa forma, aquilo que pra mim antes era um trabalho divertido passou a se tornar um peso, não mais uma coisa agradável, até que se tornou insuportável e eu finalmente saí.

Hoje no meio evangélico, você é conhecida como a missionária Sarah Sheeva e dá palestras nas igrejas sobre diversos temas. Qual o objetivo dessas palestras?

O objetivo dessas palestras é abençoar e edificar o povo cristão de um modo geral. Essas palestras surgiram porque no início eu recebia convites para ir nas igrejas ou até mesmo em empresas, em que o funcionários cristãos se reuniam em determinado momento, para que eu pudesse contar o testemunho com minha experiência com Deus. Só que quando eu começava a pregar e no meio do testemunho dava uma palavra, Deus me tocava muito ali e consequentemente, tocava as pessoas. Algumas pessoas chegaram pra mim e diziam que aquelas palavras traziam uma mudança pra vida delas. Então eu comecei a perceber que o meu trabalho foi tomando a forma não mais para falar do testemunho de conversão, mas para levar um conhecimento novo que eu estava adquirindo para as pessoas que já criam na Bíblia. Infelizmente hoje a gente vê muitas pessoas que envergonham o nome de Jesus e dão mal testemunho dentro da própria igreja. Então Deus começou a me dirigir para tratar essa questão do caráter do povo cristão. De repente meu trabalho se voltou todo pra igreja e não mais para as pessoas que não conhecem a bíblia, mas para as pessoas que estão dentro das igrejas e que muitas vezes proferem aquela fé, mas não tem nenhum bom testemunho, não tem um caráter parecido com o de Jesus Cristo. Pelo contrário, só fazem atrapalhar aqueles que querem um exemplo, querem um referencial, ou seja, essas pessoas só fazem atrapalhar a imagem de Jesus Cristo. Então meu trabalho surgiu exatamente por causa disso, porque eu via realmente a possibilidade de ajudar as pessoas com a experiência que eu tive.

E porque existem esses “falsos crentes” dentro das igrejas?

O primeiro motivo foi o que Jesus Cristo disse. Ele veio para os doentes. Então, na verdade, as pessoas são ex um monte de coisa ruim mesmo. Eu mesma deixei de ser várias coisas ruins, mas graças a Deus não tão ruins como muita gente que estava muito pior do que eu. Só que as pessoas precisam deixar de ser “doentes”, mas muitos não deixam. Eles vão, proferem uma nova fé, uma nova crença, mas o caráter continua ruim. E na verdade, o caráter não depende da fé ou da religião. Ou seja, não é legal que o povo que é seguidor de Jesus Cristo, que foi um homem de um caráter tão excelente, não seja “tratado” na área do caráter, da índole, da conduta. Esse é um motivo que eu observo hoje. As pessoas se acomodam muito nessa coisa da fé e dizem: “eu sou cristão, Jesus me perdoou”. Sim, Jesus perdoou, que benção, mas o caráter é responsabilidade de cada um. Todos vão dar conta, diante de Deus, de tudo que fazem. Então todos nós precisamos trabalhar esse lado, trabalhar o caráter e na igreja muitas vezes a gente vê as pessoas negligenciando esse lado. Falam-se muito de Deus e espiritualidade, mas esquecem do caráter.



Por que você é missionária e não pastora como a sua mãe?

Bem, o pastor tem o dom que eu particularmente não tenho. É um dom, não dá pra você fazer um curso pra virar pastor. O pastor tem aquele dom de amar as ovelhas, amar o rebanho e ter paciência, se dedicando aquelas pessoas. Eu não me identifico com isso, apesar de amar de estar ao lado de pessoas, mas eu não acredito que tenha esse chamado espiritual, porque eu sou uma pessoa muito direta. A mamãe faz parte de outra denominação. Ela se converteu dois anos depois de mim e tem uma outra visão, nós não trabalhamos juntas. De repente lá onde ela congrega a visão é formar pastores. Já na igreja que eu congrego a visão não é essa. Nem todos são pastores.

Você pretende seguir a carreira de cantora gospel?

Eu comecei o meu trabalho cristão como cantora gospel em 2005, quando eu lancei o primeiro cd gospel chamado “Tudo Mudou”. Esse cd tem músicas com o mesmo estilo do SNZ, digamos pop e com muitos vocais, que é a minha marca registrada. Então eu tenho essa carreira de cantora paralela ao ministério de escritora e de pregadora e palestrante. Ser cantora hoje não é meu foco principal, mas eu sempre vou cantar, porque é um trabalho que eu tenho e gosto e é super válido hoje no meio gospel, que é um meio tão carente de modernização musical. A gente vê hoje muita cafonice e o gospel brasileiro precisa mesmo, cada vez mais que as pessoas contribuam para modernizar esse setor. Então eu acredito que eu possa contribuir de alguma forma com esse talento que eu recebi de Deus.

Você disse que é escritora. De que falam seus livros?

O primeiro livro, o “Defraudação Emocional”, é tema do primeiro congresso que eu ministrei. É um trabalho de santificação, que significa separar da sujeira, separar do que está errado. Eu faço esse trabalho dentro das igrejas e em outros lugares que reúnem cristãos, onde as pessoas que crêem nas escrituras estão buscando mais profundidade nessa área de santificação. Durante a palestra, que ministrei aqui em Parnamirim na semana passada, não dá pra citar todos os detalhes, o que não acontece no livro, em que eu consigo entrar em todos os detalhes. Esse livro fala sobre relacionamento e sobre as decepções que as pessoas tem que fazem com que elas não queiram mais sonhar, não queiram mais se relacionar. Fala também sobre as formas que as pessoas são magoadas e feridas sentimentalmente dentro da própria igreja. É o que chamamos de ciladas que acontecem no meio do povo de Deus, por falta de conhecimento e cuidado. Esse livro denuncia e trata tudo isso.

O segundo livro, chamado “Onde foi que eu errei?”, fala de um assunto totalmente diferente. É um livro sobre criação de filhos. O livro explica porque os filhos dos crentes se desviam dos caminhos do Senhor e lista os principais erros que os pais cristãos não devem cometer com seus filhos. O livro também mostra como recuperar os filhos que hoje estão desviados dos caminhos certos. Esse livro é muito interessante porque fala do meu relacionamento com a minha filha e conta alguns testemunhos, algumas experiências que eu tive. Então o livro é muito bom para pais e filhos cristãos, que um dia também serão pais e terão o discernimento de não cometer os mesmo erros dos seus pais.

Você acredita que o sucesso desse seu trabalho também se deve pelo fato de você ser filha de Baby Consuelo e Pepeu Gomes?

Eu acho que não, porque inclusive eu peço que meu nome nem seja divulgado com o nome dos meus pais. Quando eu fecho uma agenda, eu peço que meu nome não seja vinculado aos nomes artísticos dos meus pais. Não utilizo o nome de ninguém e nem mesmo o nome da banda que eu fiz parte para me promover, até porque meu interesse é outro, para outro público e outra visão. As coisas velhas se passaram. Então eu não quero realmente vincular com nada do passado. A única coisa que eu faço é contar sobre meu testemunho das coisas que aconteceram, quando as pessoas perguntam, mas com único objetivo de mostrar para as pessoas que realmente Deus pode mudar a situação como mudou a minha.